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	<title>Blog da Transit</title>
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		<title>A nuvem e o backup</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O apuro de precisar de um arquivo e não achar porque o deletamos ou o salvamos em alguma pasta que não lembramos qual foi, infelizmente, é lugar comum para muita gente. Por isso, cada vez mais o backup das informações é necessário, principalmente se falamos de mundo corporativo. Executivos viajam mais, levam arquivos, alteram documentos em aeroportos, hotéis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">O apuro de precisar de um arquivo e não achar porque o deletamos ou o salvamos em alguma pasta que não lembramos qual foi, infelizmente, é lugar comum para muita gente.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Por isso, cada vez mais o backup das informações é necessário, principalmente se falamos de mundo corporativo. Executivos viajam mais, levam arquivos, alteram documentos em aeroportos, hotéis, casas, e a multiplicidade destas informações precisa de organização e vida longa.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Às vezes, fazer backup dá trabalho e muita gente evita a atividade, mas é sempre a forma mais segura de que a qualquer momento, uma determinada informação ou um arquivo pode ser localizada(o), sem riscos de perda por algum problema que ocorra com sua máquina. E aí, a quantidade de opções sempre nos deixa em dúvida: qual é a melhor opção de arquivamento para o meu caso?<span id="more-832"></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Seja qual for a escolha, a finalidade é a mesma: assegurar que as informações estejam arquivadas e disponíveis – a qualquer momento – para uso ou consulta.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Listamos abaixo, as principais ferramentas que podem auxiliar você nesta tarefa. Veja qual das opções é melhor para o seu caso:</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Cloud Computing &#8211; Armazenamento em nuvem: </strong>Usar a <em>nuvem</em> como memória é o mesmo que ter um HD virtual; fazemos uso das capacidades de armazenamento de um computador ou servidor interligado pela internet. Estes computadores ou servidores armazenam dados que podemos acessar de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, via web. Por isso, o termo ‘cloud’. O único recurso necessário é o acesso à internet. Se você quiser conhecer algumas das ferramentas disponiveis para Cloud Computing, o blogdatransit pesquisou as principais e listou no final do post. Já falaremos sobre isso! <img src='http://www.blogdatransit.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>CD</strong>: Nas grandes capitais, ainda é a mídia mais acessível. O preço pode variar de 1 a 2 reais (na média) e a capacidade de armazenamento comporta até 700Mbps. O ponto crítico do CD é a vulnerabilidade na vida útil. Um risco ou arranhão na mídia pode por tudo a perder e seus dados estarão inutilizados. Portanto, se esta for sua opção, lembre-se de ter seus CDs guardados e protegidos.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>DVD:</strong> Similar ao CD, o DVD é um pouquinho mais caro mas, em compensação, tem capacidade de armazenamento bem superior: uma mídia pode arquivar em média 4GB. Os cuidados com o DVD são os mesmos que você deve ter com o CD.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Pen Drives:</strong> É uma das ferramentas mais usadas e práticas, principalmente para quem trabalha em ambiente corporativo. É prático, não faz volume e, o melhor: não é tão suscetível a danos como um CD ou um DVD. O pen drive já é comercializado em diversos formatos, mas sempre com uma espécie de ‘capa’ – a parte externa – protegendo a inteligência dele e isso significa que seus dados estão mais seguros, também. O preço varia muito e a capacidade de armazenamento também. Único cuidado: o beneficio pode ser o prejuízo: por ser pequeno e fazer pouco volume, é passível de perda. Portanto, sempre que você for a uma reunião ou viajar, por exemplo, certifique-se de que está com seu pen drive em mãos ou guardado!</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>HD externo:</strong> É um segundo cérebro do seu computador, um irmão gêmeo do HD que já vem no seu computador. O HD externo normalmente é conectado à maquina para permitir o acesso. A diferença do HD externo para as opções anteriores (CD, DVD e pen drive) é a robustez na segurança das informações. Ele também é um pouco mais caro, mas é proporcionalmente o mais seguro. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Agora que você já conheceu as principais opções, veja as ferramentas de Cloud Computing que encontramos com mais incidência de pesquisas, na web:</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Dropbox:</strong> Mantém arquivos sincronizados entre dois computadores que tenham o Dropbox instalado.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Sugar Sync</strong>: similar ao Dropbox, mas com itens como:  a restauração de arquivos apagados (deletados) e dá <strong>5 GB grátis</strong>, com a possibilidade de chegar a 10 GB gratuitamente.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Syncdocs </strong>: Perfeito para quem precisa sincronizar o Google Docs e o PC porque integra o Google Docs para as versões Windows 7, Vista ou XP e preserva  uma pasta de processamento de texto do computador continuamente sincronizada com sua conta do Google Docs. Uma vez que você o instale, não precisará repetir a operação. O <strong>Syncdocs</strong> pode sincronizar qualquer tipo de arquivo e só é limitado na quantidade de espaço de armazenamento disponível na conta do Google Docs.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>IFTTT</strong>: Abreviatura de &#8220;If This, Then That&#8221;, é sem dúvida uma das ferramentas mais robustas que encontramos na pesquisa. Se conecta diretamente a outros serviços baseados na internet e interage com eles. Por exemplo: No IFTTT você monitora sua página do Facebook e pode pedir para o sistema fazer o upload de fotos marcadas para o Dropbox. Pode, também, automaticamente, configurar para salvar materiais de interesse do Google Reader para o Instapaper ou o Evernote e instruir o serviço a pegar qualquer foto que enviar para o Facebook e mandá-la automaticamente para o Picasa. Na pesquisa que o blog fez, vimos que o IFTT já suporta cerca de 12 serviços, incluindo Dropbox, Facebook, Gmail, Google Calendar, Google Reader, Google Talk, Instagram, Instapaper e Twitter. Também tem suporte para telefone e interações SMS, para receber  mensagem de texto quando alguém lhe envia uma mensagem instantânea.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Gmail offline: </strong>Pelo nome, a gente já deduz: se a nuvem está offline, ao menos você terá acesso à caixa de entradas do gmail. Você instala 1 vez e passa a ler mensagens, gerenciar a caixa de entrada e e criar novas mensagens sem conexão de internet. Na versão gratuita, o sincronismo das alterações ocorre na próxima vez que estiver online.<strong></strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Studiocloud :</strong> ótima opção para Pequenas e Médias empresas que precisam de gerenciamento.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>PhotoScape</strong>: Se você, mais que tudo, precisa de uma ferramenta para editar itens básicos em imagens, o PhotScape que não chega a ser um PhotoShop ou Corel Draw, é um editor de imagens fácil de usar e gratuito.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Cloud Save</strong>: Boa alternativa para as horas em que vemos alguma coisa na internet que queremos guardar para ler mais tarde. É uma extensão free do Google Chrome. Melhor parte: o Cloud Save suporta:  Dropbox, Google Docs, Box.net, Amazon Cloud Drive, Windows Live SkyDrive, SugarSync, Facebook, Picasa, Flickr e vários outros serviços.</span></p>
<h6>Fontes de pesquisa: Computerworld, blogdatransit, Wikipedia</h6>
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		<title>Liberar ou não liberar as redes sociais nas empresas? Eis a questão</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo que lemos sobre as redes sociais nos leva a um mesmo pensamento: basicamente, é bem raro ver alguém que nunca teve contato com uma delas, ainda que tenha sido apenas por curiosidade ou leitura do perfil de alguém próximo. A questão é que muitas empresas ainda vivem o dilema de liberar ou não as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">Tudo que lemos sobre as redes sociais nos leva a um mesmo pensamento: basicamente, é bem raro ver alguém que nunca teve contato com uma delas, ainda que tenha sido apenas por curiosidade ou leitura do perfil de alguém próximo. A questão é que muitas empresas ainda vivem o dilema de liberar ou não as redes sociais internamente. Mais que isso: vivem o dilema dos códigos de ética digital. Como controlar o que é dito? Onde termina a responsabilidade corporativa de um funcionário e ‘começa’ sua privacidade em uma rede social se ele preenche o campo Trabalho com o nome da empresa? São muitas perguntas, boa parte delas pertinente, mas nem todas com uma resposta geral, já que o mundo digital evolui em velocidade estrondosa e quando falamos de pessoas, o cenário é mais complexo ainda. <span id="more-829"></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">A KPMG fez um estudo em 10 países para analisar o uso das mídias e redes sociais no ambiente corporativo, e constatou que ao redor do mundo, 70% das corporações já estão conectadas às mídias sociais. <strong> O Brasil aparece em 4º lugar</strong> na lista de países com mais empresas presentes nesses novos meios de comunicação. Foram analisadas quase 4 mil pessoas (1.850 gerentes e 2.016 funcionários) de empresas nos principais mercados mundiais: Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Liderando a lista, a China tem 82,7% das empresas aderindo às mídias sociais e é seguida pelos Estados Unidos, com 71,5% e a Índia, com 70,2%. Atrás do Brasil estão: Canadá com 51%; Reino Unido com 48,2% e Alemanha com 42,7%, para citarmos alguns. Das organizações brasileiras da pesquisa, 69,1% indicaram já ter iniciativas ligadas a estes novos meios de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral.</span></p>
<h2><span style="color: #ff6600;"><strong>Boas dicas fornecidas pela KPMG</strong></span></h2>
<p><span style="color: #ffffff;">1) Sobre os controles adotados, enquanto quase 60% dos gerentes disse que suas organizações monitoram o uso que os profissionais fazem das redes sociais, apenas 40% dos funcionários estavam cientes desse cuidado das empresas. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">2) &#8220;A adoção de políticas claras, práticas e concisas, apoiadas por uma formação adequada, deve ser uma prioridade na agenda dos gestores para dar aos empregados a confiança para que sejam ativos e produtivos nas mídias sociais, ao mesmo tempo em que são reduzidos os riscos por conhecerem os limites dentro dos quais eles devem agir&#8221;, observou Malcolm Alder. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">3) Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o seu uso pelos empregados&#8221;, avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">4) &#8220;De fato, a pesquisa mostra que, ao restringir ou bloquear o acesso, muitos funcionários tendem a transferir suas atividades em redes sociais para os seus dispositivos pessoais, que muitas vezes são menos seguros e sobre os quais não há qualquer controle.&#8221; </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">5) O fenômeno das mídias sociais é especialmente notável aqui no Brasil, e as empresas perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. É interessante notar também que o consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações, pois os riscos de imagem envolvidos são consideráveis”, afirma Timothy Norris, diretor da área de Performance &amp; Technology da KPMG no Brasil. </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O relatório da KPMG International Going Social: How businesses are making the most of social media (Tornando-se Social: como as empresas estão aproveitando ao máximo as mídias sociais, em português) também mostra que mais da metade das organizações oferece aos seus funcionários formação específica em mídias sociais, e 62% já tinham desenvolvida uma política específica de mídias sociais.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Para saber mais sobre a KPMG, <a href="http://www.kpmg.com" target="_blank"><span style="color: #ffffff;">acesse o site.</span></a></span></p>
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		<title>Google: agora com busca semântica</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 09:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Refinar as buscas para melhorar a experiência do usuário é uma constante em todos os gigantes da tecnologia. Recentemente, o Google deu mais um passo: instituiu a busca semântica. O recurso, que já está visível aos usuários dos Estados Unidos, tem a principal missão de ‘entender’ o que este usuário busca e não somente realizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Refinar as buscas para melhorar a experiência do usuário é uma constante em todos os gigantes da tecnologia. Recentemente, o Google deu mais um passo: instituiu a busca semântica.</p>
<p>O recurso, que já está visível aos usuários dos Estados Unidos, tem a principal missão de ‘entender’ o que este usuário busca e não somente realizar a busca mecânica por sites, a partir das palavras-chave.</p>
<p>Além da pesquisa tradicional, já será possível, por exemplo, encontrar pequenas bios, como se fosse um perfil de nomes buscados. O site <a href="http://www.engadget.com/" target="_blank">Engadget</a> – revista online super atualizada em termos de tecnologias, apps e novidades – divulgou a experiência que um usuário americano teve. Ao digitar o nome de um antropólogo, entre os resultados apresentados estava o perfil dele, com dados que iam além dos links para sites ou blogs que o mencionariam. Veja o print do exemplo que o Engadget apresentou:</p>
<p><a href="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Google-busca-semantica.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-826" title="Google-busca-semantica" src="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Google-busca-semantica.jpg" alt="" width="444" height="336" /></a></p>
<p>Outros temas relacionados à busca também estavam apresentados nessa pesquisa, como pessoas que buscaram pelo mesmo nome. Somente abaixo entrava a sequência tradicional de resultados, com sites e blogs mencionando o tema buscado.</p>
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		<title>Supermercado virtual? A Coreia do Sul já tem um.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 09:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto algumas pesquisas apontam o Brasil como o 5º país com maior número de usuários de internet (80 milhões) e cerca de 27 milhões de consumidores eletrônicos, a Coreia do Sul dá mais um passo na tecnologia e aposta para valer nas compras online, lançando o Homeplus, o primeiro supermercado virtual do mundo. Já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ttb001.jpg"><img class="size-full wp-image-820 aligncenter" title="Comércio Eeletrônico" src="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ttb001.jpg" alt="" width="348" height="452" /></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Enquanto algumas pesquisas apontam o Brasil como o 5º país com maior número de usuários de internet (80 milhões) e cerca de 27 milhões de consumidores eletrônicos, a Coreia do Sul dá mais um passo na tecnologia e aposta para valer nas compras online, lançando o <em>Homeplus</em>, o primeiro supermercado virtual do mundo.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Já que um dos maiores desafios do comércio eletrônico é o ambiente, a rede Tesco em parceria com a Samsung criou  um supermercado tecnológico com a proposta idêntica à um supermercado físico: o cliente checa o ‘estoque tecnologico’ e depois faz as compras. O Homeplus segue à risca o conhecido ditado “tempo é dinheiro”: está localizado em uma estação de metrô, em Seollung e pode ser visitado pelas 200 mil pessoas que passam por ali diariamente.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Como a compra é feita</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Quem está no metrô e, de repente, lembra que esqueceu de comprar o leite ou itens de limpeza não passa mais sufoco. O usuário seleciona o que quer através de sua câmera ou do smartphone e fotografa o código. Envia a compra para um carrinho virtual do supermercado online e pronto. A entrega será feita na residência do cliente.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fonte: Convergencia Digital e Olhar Digital</span></p>
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		<title>A internet, o Google e a nova política de privacidade</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 09:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de usuários ativos da internet brasileira voltou a crescer em janeiro. Segundo a pesquisa do IBOPE Nielsen Online, 47,5 milhões de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho foram usuários ativos no 1º mês de 2012. Este número representou crescimento de 2% em relação ao mês de dezembro e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Google-logo-cópia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-813" title="Google-logo" src="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Google-logo-cópia.jpg" alt="" width="400" height="166" /></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O número de usuários ativos da internet brasileira voltou a crescer em janeiro. Segundo a pesquisa do IBOPE Nielsen Online, 47,5 milhões de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho foram usuários ativos no 1º mês de 2012. Este número representou crescimento de 2% em relação ao mês de dezembro e de 11,2% sobre os 42,7 milhões de janeiro de 2011 e foi representado pelos acessos a sites com infos de educação, como o Enem, o Prouni e inscrições para o ensino superior. A busca por imóveis, carreiras, mapas e pacotes de ofertas de viagens também contribuíram. A pesquisa IBOPE apurou que vem das residências a maior parte do acesso. Em 12 meses, o número de usuários residenciais passou de 34,2 mi para 39 milhões. Isso representa 14% de crescimento.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Os números crescem e, naturalmente, as gigantes do setor também. Enquanto falamos do crescimento da audiência na internet, um assunto anda na pauta principal de quem usa o Google como buscador principal. Tudo porque, a partir de 1º de março, entra em vigor a nova política de privacidade da gigante e isso tem deixado muita gente preocupada com a privacidade nos historicos de acesso.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">A nova forma de monitoramento causou preocupação em parte dos usuários  já que, a partir da ativação da nova política, todo o histórico de cada usuário será misturado e compartilhado pelos produtos que este usuário possuir da empresa (youtube, por exemplo). O Google comunicou que foram mais de 60 configurações de privacidade resumidas em apenas um documento, mais simples de entender. Para alivio dos usuários, nenhuma funcionalidade será alterada, e a mudança tem o objetivo de integrar informações para melhorar os serviços de acordo com cada perfil.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Quem não quiser abrir as informações de acesso, tem que correr. Acessando o site <a href="hhtp://www.google.com/history " target="_blank">hhtp://www.google.com/history </a>e efetuando seu login e senha do google (gmail, por exemplo) você de cara verá quais são as novas políticas de privacidade. Na página seguinte, se seu histórico estiver habilitado, será apresentada a opção “Remover histórico” no topo da página. Faça esse procedimento para cada conta que você tiver no Google.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">E você, aprova a nova política de privacidade?</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fonte: Google img, Ibope</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O marketing boca-a-boca nas redes</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 09:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a disseminação das mídias e redes sociais e, em seguida, o boom dos sites de compras coletivas, o famoso marketing boca-a-boca ganhou ainda mais relevância. De acordo com uma pesquisa com consumidores, a ROI Research descobriu que 58% deles acreditam nos comentários e nas avaliações de outros usuários em sites de compras e, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">Com a disseminação das mídias e redes sociais e, em seguida, o boom dos sites de compras coletivas, o famoso marketing boca-a-boca ganhou ainda mais relevância.<span id="more-806"></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">De acordo com uma pesquisa com consumidores, a ROI Research descobriu que 58% deles acreditam nos comentários e nas avaliações de outros usuários em sites de compras e, entre os homens e as mulheres, são os homens os que mais pesquisam e lêem as avaliações (as mulheres preferem aderir aos cupons de desconto e promoções, segundo a pesquisa). </span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">De olho nessa fatia do mercado, empresas criam programas de remuneração aos internautas que dão opinião e avaliam produtos e serviços, seja remunerando quem estiver a fim de opinar, seja remunerando quem tiver mais acessos às suas avaliações.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Ficamos no termômetro da qualidade dos conteúdos e, sobretudo, da ética. Escrevemos para outras pessoas, acreditando nas opiniões uns dos outros. A criação de depoimentos falsos pode fazer com que a marca perca a credibilidade no mercado e, principalmente, entre seus públicos e recuperar isso é quase sempre mais custoso e mais trabalhoso do que construir uma imagem positiva.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">“E como saber se estou lendo um comentário sincero ou não?”</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O bom senso é sempre a melhor medida. Frases animadas demais, com cara de campanha de marketing podem ser indicadores de comentários falsos. Para garantir que você não levará gato por lebre, pesquise bastante, leia os comentários e avaliações do produto no site da empresa e nas comunidades das redes sociais, pesquise opiniões em sites de reclamação que também ajudam na sua avaliação final. Produtos podem quebrar ou dar defeito, mas até o tempo de resposta da empresa vale à pena você medir, porque, afinal, este pode ser o atendimento que você terá amanhã do mesmo fornecedor.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Quando o assunto é compra, valem as mesmas dicas que demos no post sobre comercio eletrônico (<a href="http://www.blogdatransit.com.br/dezembro-e-as-compras-online/" target="_blank"><span style="color: #ffffff;">não leu? Então, clica aqui</span></a>).</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fonte: <a href="http://www.roiresearch.com" target="_blank">Roi Research</a></span></p>
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		<title>São Paulo terá 9º dígito</title>
		<link>http://www.blogdatransit.com.br/799/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Fique olho! A partir de 29 de julho, para realizar chamadas para telefones celulares dos municípios da área 11 (São Paulo), você precisará usar o 9 antes do número. Por exemplo: se antes você ligava para (11) 8765-4321, a partir de 29/7 ligará 98765-4321. Esta medida atende a resolução 553 da Anatel (publicada em 14 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/02/9digito_blog3.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-801" title="9digito_blog" src="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/02/9digito_blog3.gif" alt="" width="431" height="226" /></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fique olho! A partir de 29 de julho, para realizar chamadas para <strong>telefones celulares</strong> dos municípios da área 11 (São Paulo), você precisará usar o 9 antes do número. Por exemplo: se antes você ligava para (11) 8765-4321, a partir de 29/7 ligará <strong>9</strong>8765-4321.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Esta medida atende a resolução 553 da Anatel (publicada em 14 de dezembro de 2010) e, na primeira fase, abrange somente os municípios da área 11 (lista abaixo) e elevará a capacidade de numeração da região metropolitana de São Paulo para 370 milhões, eliminando definitivamente o problema de escassez de numeração nesta área.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Confira os municípios que farão parte desta alteração do 9º dígito: </span></p>
<p><a href="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lista-municipios.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-800" title="lista-municipios" src="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lista-municipios.jpg" alt="" width="414" height="1301" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ffffff;">Para mais informações, <a href="http://www.transitbrasil.com.br" target="_blank"><span style="color: #ffffff;">acesse o site da Transit</span></a>, que contém um documento completo com Perguntas e Respostas frequentes e, para saber mais sobre a regulamentação, <a href="http://www.anatel.gov.br" target="_blank"><span style="color: #ffffff;">consulte o site da Anatel</span></a>.</span></p>
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		<title>Touch-screen: ao alcance dos dedos. Para sempre?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A sensibilidade ao toque é um avanço e tanto para os usuários que, antes, contavam com recursos limitados como a digitação simples ou os cliques. E prova disso é o tremendo sucesso que aparelhos como smartphones ou tablets fazem no mercado. Há quem indique que o total de aparelhos produzidos em 2011 superou em mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">A sensibilidade ao toque é um avanço e tanto para os usuários que, antes, contavam com recursos limitados como a digitação simples ou os cliques. E prova disso é o tremendo sucesso que aparelhos como smartphones ou tablets fazem no mercado. <span id="more-785"></span>Há quem indique que o total de aparelhos produzidos em 2011 superou em mais de 50% o volume registrado em 2010, pulando para mais de 491 milhões de unidades. Com tanto crescimento, é de se esperar que o segmento de <em>apps</em> (aplicativos) e <em>features</em> para smartphones também cresça para atender toda a demanda e ganhar mercado. No Brasil, o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, deu os primeiros passos na adoção da tecnologia há algum tempo, instalando painéis que permitem a interação dos visitantes com o local.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">A tela touch abriu um leque imenso de possibilidades para aplicação. Mas não é todo mundo que demonstra entusiasmo pela atual tecnologia touch-screen, e a razão se justifica: a matéria-prima que desenvolve essas telas sensíveis ao toque, o <strong>OIE</strong> ou<strong> Óxido de índio-Estanho</strong>, caminha para a escassez. E aí, a gente foi entender do quê e como a tela touch é feita.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">As telas sensíveis ao toque não se restringem à camada de LCD e possuem na fabricação muitos outros materiais como, por exemplo, os que são responsáveis pelo reconhecimento dos gestos dos usuários e do controle das funcionalidades. Você sabe quais são? Esses elementos chamam-se capacitores e resistores e são microscópicos!</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O grande impasse na utilização do <strong>OIE</strong> é a inexistência (até agora) de materiais substitutos ou alternativos com as mesmas propriedades (como a condutividade e a opacidade) de tempo de resposta ao toque. O OIE é uma combinação de 2 dos óxidos metálicos: estanho e índio (que, por sua vez, é um subproduto da mineração de chumbo e zinco).</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">A esperança dos entendidos no assunto é de que novas tecnologias consigam reproduzir a mesma qualidade de resposta que os dispositivos atuais apresentam. Entre as alternativas ao OIE estariam o Óxido de cádmio e o Carbono, mas tudo ainda sob análise e pesquisa.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fontes:<a href="www.tecmundo.com.br" target="_blank"><span style="color: #ffffff;"> tecmundo</span></a>, <a href="pt.wikipedia.org" target="_blank"><span style="color: #ffffff;">Wikipedia</span></a></span></p>
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		<title>Memória boa? Com um buscador você pode ter uma</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 09:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“Esqueci”, “Não lembrei” e “Não sei”. Expressões familiares para você nessa correria do dia-a-dia? Pois é&#8230; De alguns anos para cá, Especialistas em Tecnologia e Pesquisadores começaram a analisar a forma com que a internet está modificando nossos cérebros. Recentemente, pesquisadores de três principais faculdades americanas: Harvard, Columbia e Wisconsin-Madison divulgaram um estudo mostrando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/01/work12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-779" title="work1" src="http://www.blogdatransit.com.br/wp-content/uploads/2012/01/work12.jpg" alt="" width="447" height="330" /></a><span style="color: #ffffff;">“Esqueci”, “Não lembrei” e “Não sei”. Expressões familiares para você nessa correria do dia-a-dia?</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Pois é&#8230; De alguns anos para cá, Especialistas em Tecnologia e Pesquisadores começaram a analisar a forma com que a internet está modificando nossos cérebros.<span id="more-773"></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Recentemente, pesquisadores de três principais faculdades americanas: Harvard, Columbia e Wisconsin-Madison divulgaram um estudo mostrando que ferramentas de busca, a exemplo do Google, estão afetando a forma como os <strong>humanos pensam</strong> e <strong>lembram das informações.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">No estudo, os pesquisadores comparam a web a um tipo de memória externa. E é assim que muitos de nós, <strong>usuários de smartphones</strong>, vivemos. Se estamos na rua e precisamos de uma informação, a fonte direta é.. a internet no telefone. <strong>A internet já é “uma fonte externa e transitiva de memória, onde a informação é armazenada coletivamente fora de nós mesmos&#8221;, relata o material.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">É exatamente essa possibilidade permanente de acesso à internet que vem alterando padrões de comportamento nos humanos, explicados no estudo. Já não nos esforçamos tanto para lembrar de algum dado porque sabemos que poderemos buscá-lo na web a qualquer momento e, cada vez mais, só ficamos offline se assim escolhermos.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Como o estudo foi feito</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Parte 1: Quiz trivial para avaliar a rapidez com a qual os participantes reconheciam termos relacionados a computadores em relação a outros vocábulos.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Parte 2: Os participantes tinham de lembrar 40 informações que iriam buscar mais tarde.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Partes 3 e 4: Verificavam o quanto os participantes <strong>lembravam de onde buscar uma informação na web</strong> <strong>ou se lembravam mais do local onde encontrar um dado do que do dado em si.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>Brasil</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Trazendo os resultados do relatório americano para cá, sabemos que a realidade é outra. <strong>Os </strong><strong>Estados Unidos possuem hoje 203,4 milhões de usuários ativos</strong>. Por aqui, os números entre os institutos de medição de acessos à internet ainda divergem uns dos outros, mas temos relação aproximada.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O <strong>Ibope/Nielsen </strong>fala em<strong> 78 milhões de usuários brasileiros</strong>, com mais de 16 anos. Considerando a variação de informação, <strong>temos um aumento aproximado de 21% de brasileiros conectados à internet, nos últimos 3 anos. </strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">No final de outubro de 2011, o <strong>Ibope/Nielsen</strong> divulgou que, dos <strong>61,2 milhões de brasileiros com acesso à rede</strong> <strong>no local de trabalho ou em casa</strong>, <strong>46,3 milhões foram usuários ativos,</strong> no mês de setembro. Para termos uma ideia do patamar elevado no qual o Brasil está, <strong>nosso número é superior</strong> ao apresentado pela Alemanha, com 46,26 milhões de usuários ativos. Também já superamos a França e o Reino Unido desde agosto de 2010.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">E você, acha positivo essa nova característica no perfil de memória?</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fontes: <em>Daily Mail (via TerraTecnologia), To Be Guarany!,Ibope/Nielsen (via Convergência Digital), Google Imgs</em></span></p>
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		<title>Já imaginou sua vida corporativa sem emails?</title>
		<link>http://www.blogdatransit.com.br/ja-imaginou-sua-vida-corporativa-sem-emails/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 09:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós, do blogdatransit, sempre acompanhamos as principais novidades do mercado. E a matéria do Olhar Digital sobre Therry Breton, atual CEO da Atos, levantou uma reflexão mais que válida: a relevância ou a necessidade dos emails internos nas corporações. Therry Breton comanda a Atos, grande empresa de serviços de TI, e planeja banir os emails [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ffffff;">Nós, do blogdatransit, sempre acompanhamos as principais novidades do mercado. E a matéria do Olhar Digital sobre Therry Breton, atual CEO da Atos, levantou uma reflexão mais que válida: a relevância ou a necessidade dos emails internos nas corporações.<span id="more-762"></span></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Therry Breton comanda a Atos, grande empresa de serviços de TI, e planeja banir os emails corporativos da cia até 2014. Therry já foi ministro da Economia da França e é ex-presidente da Telecom francesa. Na visão do executivo, as pessoas utilizarão outras ferramentas, como computação na nuvem, redes sociais, msgs instantâneas ou microblogging para se comunicar umas com as outras.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Na matéria, Therry cita que fez uma pesquisa interna na cia e descubriu que  apenas 15% dos cerca de 100 emails recebidos por dia, por funcionário, eram úteis. Pondera que a turma mais nova de funcionários estará muito mais acostumada com a comunicação instantânea (como as redes sociais), do que com emails. Em tempo: ele mesmo não usa emails internos há mais de 6 anos, segundo a publicação que divulgou a matéria.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Redes e Mídias Sociais no ambiente corporativo</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">No ambiente corporativo, o uso de redes e mídias sociais ainda é tema polêmico em várias pesquisas e análises de mercado. Este ano,  a Impacta Tecnologia encomendou à MBI Mayer&amp;Bunge Informática uma pesquisa com 183 participantes pertencentes a 172 empresas usuárias de TI, ou do próprio setor de TI.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Dentre os entrevistados, &#8220;somente<strong> 4,5%</strong> dos profissionais declararam acreditar na substituição imediata na comunicação. <strong>82%</strong> acreditam que o email continuará existindo por muito tempo e apenas <strong>8,9%</strong> se atentaram ao fato de que nas redes sociais, a administração da comunicação fica nas mãos dos usuários das redes e, portanto, fora da empresa, o que não acontece com o uso do email.  A pesquisa mostrou que o maior benefício das redes sociais na concepção dos usuários é a busca e a manutenção de contatos, tanto pessoais quanto profissionais (networking).&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Cultura</strong></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">É fato que as empresas estão olhando para as redes sociais, não somente como termômetro de suas marcas mas também como fonte de informação para novas idéias. Os números de empresas que hoje participam das redes sociais dobraram de 2010 para 2011, segundo a pesquisa.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">O planejamento corporativo para as redes sociais está ganhando força. Saber qual é o objetivo com a presença online deixou de ser item nas campanhas de marketing e passou a ser relevância para o planejamento estratégico das corporações.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Tão importante quanto escolher quais são os canais que utilizarão, as empresas aprendem no dia-a-dia que monitorar estes canais e entender os comentários e as necessidades dos usuários é positivo e enriquecedor, porque melhora a interação com prospects e clientes e gera novas oportunidades mercadológicas.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Fontes:</span> <a href="http://olhardigital.uol.com.br" target="_blank">Olhar Digital</a><span style="color: #ffffff;"> e</span> <a href="http://cruzeferreira.com.br/armindo/midias-sociais/estudo-sobre-redes-sociais-no-brasil-revela-objetivos-de-usuarios-e-empresas/" target="_blank">Blog do Armindo</a></p>
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